Essa história era encenada num happening nos anos 1970.
6 meses no mar. Um marinheiro não aguentava mais a solidão e as odes a Onan. Eis que percebe uma fila de marinheiros diante de um barril que tinha apenas um buraquinho.
O caba colocava seu "negócio" ali no buraco e se desmanchava em prazer.
Negou-se a participar daquilo. Mas o tempo foi passando e a criatividade acabando.
Então, resolveu entrar na fila pra ver como é que era. Na sua vez, fez como os demais e sentiu algo muito prazeroso. Uma delícia! Muito melhor do que jogar cinco contra um.
Voltou três dias seguidos a enfrentar aquela fila pra ter aquele prazer novamente.
No quarto dia, um outro camarada seu lhe disse: "Hey, cabrón, hoje é seu dia de ficar dentro do barril".
PQP, que história doida da porra... leiam aí, camaradas!
(a propósito, pornografia é arte?)
Só o início, o resto vocês lêem no link abaixo:
Pastor evangélico da Igreja Universal do Reino de Deus, de paletó e Bíblia na mão, Alexandre Senna [isso 'tá me cheirando a hoax, olha o sobrenome do caba] subia nos púlpitos dos templos e adentrava as celas dos presídios para pregar a palavra de Deus e prestar seu testemunho de pecador arrependido. Nessa época, o espírito ia bem, mas os bicos como motoboy e pedreiro não rendiam o bastante para alimentar a carne. O jeito foi botar a carne para trabalhar.
— Vou ter que voltar a fazer pornô — disse para a esposa, a dona-de-casa Sibele Trindade, com quem tem um casal de filhos pequenos.
— Se tiver que fazer, que continua a ser com homem — foi a condição imposta pela mulher, no final de 2005.
Foi assim que o pastor deixou as Escrituras de lado para voltar a atuar como astro do pornô gay — sempre na posição passiva, como Alexandre gosta de salientar.
o cara era ator pornô a mulher manda ele largar dessa vida ele larga ele vira pastor evangélico como pastor ele não ganha muito dinheiro (certamente a parte mais incrível dessa estória) pra voltar a ganhar mais dinheiro, sugere a mulher q ele volte a fazer pornô a mulher, muito ciumenta, impõe a condição de ele só fazer se for filme gay ele aceita (pausa)
por ter o pau pequeno, ele parte pra ser passivo. (longa pausa)
além de ser passivo, ele é bom no que faz: aguenta um cone de trânsito no cu e duas rolas gigantes, uma de 22cm, outra de 24cm, ao mesmo tempo, no brioco. (pausa bem longa)
como ele não consegue disfarçar o prazer (podia dizer q é encenação) ele diz que o prazer é de exibicionista. duas pombas GG enrando no rabo e ele gemendo e gritando feito uma louca, é pq tem uma câmera alí. no asterísco ele não sente nada.
amigos... eu não sei por onde começar. não. eu não vou comentar nada.
exposição individual de uma cabôcla cujo nome não recordo. Sala escura. Fios de luz neon (azul, branca, verde) saem do chão, tocam o teto, as paredes. Esparadrapo no chão indicam os limites para quem entra na sala. Diz-se que transforma o espaço. Passeio pela sala. Dá vontade de dar um peteleco nos fios e ver o que acontece. O guarda olha meio atravessado. Saio.
No andar superior, exposição multimídia com as cartas do fim da vida de Machado e Carolina. Nada demais. Bonito. Triste. Projeção das imagens das cartas e bilhetes. Algumas com narração. Lá também a escrivaninha de trabalho. Pena de metal. Tinteiro. Papéis velhos, cartas. Uma empoeirada cartola cinza.
Eduardo Dedinhos foi criado pela avó. Lá aprendeu a cozinhar. Quando se separou da Sra. Dedinhos, foi perseguido pelos paparazzi. Sentiu-se com a Lady Di, revelou. Achou engraçadinho que Clodovil tenha tido sonhos eróticos com ele. Declinou do convite da G Magazine.
Agora eu pergunto: a viadagem já estava presente na cozinha da avó?
9 comments:
Gargamel quer fazer arte conosco!
Essa história era encenada num happening nos anos 1970.
6 meses no mar. Um marinheiro não aguentava mais a solidão e as odes a Onan. Eis que percebe uma fila de marinheiros diante de um barril que tinha apenas um buraquinho.
O caba colocava seu "negócio" ali no buraco e se desmanchava em prazer.
Negou-se a participar daquilo. Mas o tempo foi passando e a criatividade acabando.
Então, resolveu entrar na fila pra ver como é que era. Na sua vez, fez como os demais e sentiu algo muito prazeroso. Uma delícia! Muito melhor do que jogar cinco contra um.
Voltou três dias seguidos a enfrentar aquela fila pra ter aquele prazer novamente.
No quarto dia, um outro camarada seu lhe disse: "Hey, cabrón, hoje é seu dia de ficar dentro do barril".
PQP, que história doida da porra... leiam aí, camaradas!
(a propósito, pornografia é arte?)
Só o início, o resto vocês lêem no link abaixo:
Pastor evangélico da Igreja Universal do Reino de Deus, de paletó e Bíblia na mão, Alexandre Senna [isso 'tá me cheirando a hoax, olha o sobrenome do caba] subia nos púlpitos dos templos e adentrava as celas dos presídios para pregar a palavra de Deus e prestar seu testemunho de pecador arrependido. Nessa época, o espírito ia bem, mas os bicos como motoboy e pedreiro não rendiam o bastante para alimentar a carne. O jeito foi botar a carne para trabalhar.
— Vou ter que voltar a fazer pornô — disse para a esposa, a dona-de-casa Sibele Trindade, com quem tem um casal de filhos pequenos.
— Se tiver que fazer, que continua a ser com homem — foi a condição imposta pela mulher, no final de 2005.
Foi assim que o pastor deixou as Escrituras de lado para voltar a atuar como astro do pornô gay — sempre na posição passiva, como Alexandre gosta de salientar.
(continua...)
http://botecosujo.blogspot.com/2008/10/alexandre-e-sibele-o-porn-e-patroa.html
Comentário muito legal deixado lá:
agora vamos por partes...
o cara era ator pornô
a mulher manda ele largar dessa vida
ele larga
ele vira pastor evangélico
como pastor ele não ganha muito dinheiro (certamente a parte mais incrível dessa estória)
pra voltar a ganhar mais dinheiro, sugere a mulher q ele volte a fazer pornô
a mulher, muito ciumenta, impõe a condição de ele só fazer se for filme gay
ele aceita
(pausa)
por ter o pau pequeno, ele parte pra ser passivo.
(longa pausa)
além de ser passivo, ele é bom no que faz:
aguenta um cone de trânsito no cu
e duas rolas gigantes, uma de 22cm, outra de 24cm, ao mesmo tempo, no brioco.
(pausa bem longa)
como ele não consegue disfarçar o prazer (podia dizer q é encenação) ele diz que o prazer é de exibicionista. duas pombas GG enrando no rabo e ele gemendo e gritando feito uma louca, é pq tem uma câmera alí. no asterísco ele não sente nada.
amigos... eu não sei por onde começar.
não. eu não vou comentar nada.
Obama é o anticristo!
Ontem, no centro de cultura da justiça:
exposição individual de uma cabôcla cujo nome não recordo. Sala escura. Fios de luz neon (azul, branca, verde) saem do chão, tocam o teto, as paredes. Esparadrapo no chão indicam os limites para quem entra na sala. Diz-se que transforma o espaço. Passeio pela sala. Dá vontade de dar um peteleco nos fios e ver o que acontece. O guarda olha meio atravessado. Saio.
Ainda no centro de cultura da justiça.
No andar superior, exposição multimídia com as cartas do fim da vida de Machado e Carolina. Nada demais. Bonito. Triste. Projeção das imagens das cartas e bilhetes. Algumas com narração. Lá também a escrivaninha de trabalho. Pena de metal. Tinteiro. Papéis velhos, cartas. Uma empoeirada cartola cinza.
Eduardo Dedinhos foi criado pela avó. Lá aprendeu a cozinhar. Quando se separou da Sra. Dedinhos, foi perseguido pelos paparazzi. Sentiu-se com a Lady Di, revelou. Achou engraçadinho que Clodovil tenha tido sonhos eróticos com ele. Declinou do convite da G Magazine.
Agora eu pergunto: a viadagem já estava presente na cozinha da avó?
hai-kai das belas-artes:
insight artístico:
cortou o pau
e pendurou na bienal
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