Já que não tenho acompanhado os noticiários por falta de tempo, e certamente não vou discutir a lei de distribuição de Boltzmann ou o método dos multiplicadores indeterminados de Lagrange aqui, estas as únicas coisas que tenho lido ultimamente, aproveitarei que a F1 anda sendo debatida pelos botecos (para os desavisados e/ou abduzidos, graças ao 1o. título mundial de "Fernandito, el torero") e nos próximos dias me dedicarei a este tema, pelo qual sou fanático desde 1983.
A 1a. nota não poderia deixar de ser sobre o nosso RRRRRubens Barrichello, em vias de se tornar campeão mundial dentro de um BAR. Alguns conhecidos meus, assíduos frequentadores do Bar do Tião (aquele que vende de tudo) acham esta combinação bar-corridas-domingo perfeita.
Voltemos à questão, ontem aluguei um documentário da FIA sobre a temporada de 2000, que por sinal é o ano da 1a. vitória de RB na categoria.
Revendo o vídeo do GP da Alemanha (o da dita vitória), confesso que fiquei com vergonha pelo pobre Rubens (nome apropriado para quem deveria viver Ruborizado pelas coisas que faz e diz), depois de uma corrida brilhante, correndo com pneus lisos em uma pista encharcada pelo temporal que caiu na última meia hora de prova, o nosso representante mor dá um vexame depois da bandeirada, chora feito uma menina (o áudio de dentro do carro lembra um cacarejar!), vai ao pódio descomposto, sobe nos braços de Hakkinen e Coulthard (2o. e 3o. lugares, respectivamente), pula, grita, samba e nem sequer à Bandeira Brasileira o infeliz dá o devido valor, em vez de empunhá-la com o garbo e a elegância de Ayrton Senna, assoa o nariz com ela!
E assim, de GP em GP, o nosso Rubens vai se tornando um personagem folclórico do imaginário desportivo brasileiro. O automobilismo que já nos pareceu um filme de aventura, suspense e tragédia, hoje em dia nos remete à clássica comédia pastelão para adolescentes mascadores de chiclete.
Abraço a todos.
Friday, September 30, 2005
Thursday, September 29, 2005
O Retorno

Aviso aos inúmeros frequentadores (sem trema, porque tremer é coisa de mulherzinha) deste blog que retorno definitivamente ao seio da sociedade, ou como diria o meu bom amigo H. Varela, ao "bulk" da sociedade, se bem que eu acho que esta estória de bulk é coisa de modelo desempregada.
Novas: Apesar do entusiasmo da imprensa nacional com Fernando Alonso depois do fim de semana onde este se tornou o campeão mais jovem da história, parte da imprensa espanhola (ver canal+) não vê com bons olhos a conquista do moleque com cara de buldogue. Neste mesmo canal chegaram a chamá-lo de "champignon do mundo". Ao que parece, a indisposição de parte da imprensa local é uma resposta às últimas declarações do piloto, que disse que este título tinha que ser especialmente festejado por que ele vinha de um país que não tem a mínima tradição em automobilismo, e que por isto mesmo ele não carregava a pressão de toda uma nação às suas costas (pensei em escrever como o faz Barrichello, mas para este a expressão "arrastar" a pressão seria mais adequada, pois o nosso Rubens não é de suportar pressão). Tal desabafo soou como desdém para os seus compatriotas, que não demoraram a fustigá-lo com críticas e a minimizar a conquista, mas eu concordo com o Fernandito!
Quando estive na Espanha em 2002 o desinteresse por F1 era tamanho que tive que acompanhar todos os GPs pela internet, pois simplesmente não havia transmissão pela tv! Um dia, em um bar, durante o jogo Brasil x Turquia (pela copa de 2002) puxei assunto com um sujeito sobre F1, que se limitou a dizer, "é uma corrida de carros, inclusive vocês tinham um grande piloto que morreu de forma trágica, o Fangio" !!!!!
Agora, graças aos feitos do moleque español os GPs televisionados pela Tele Cinco batem na casa dos 13 milhões de espectadores, por estas e outras Alonso está certo, não fosse por ele nós ainda teríamos o Fangio como nosso maior piloto!
Wednesday, September 21, 2005
Pachequinho
Tuesday, September 13, 2005
Aos anônimos
À dupla de anônimos que só entra no blog para reclamar da falta de postagens e usar o espaço para comentários como painel de recados de um para o outro: Arrumem um MSN e parem de me encher as pelotas (o saco)!
A multiplicação dos Pachecos
Anuncio ao mundo o nascimento do rebento primevo do nosso nobre Negro Val, vulgo Turco Logan, também conhecido como Wolverine por uns, boca de Gillette por outros e ainda Dulcinéia por alguns. Mas, não nos desviemos do foco, fato é que Luiz Gustavo nasceu com peso e altura acima da média, e, segundo palavras do próprio Val, "é a cara do pai, mas o que importa é ter saúde."
Luiz Gustavo, a equipe do Vã-Guarda lhe dá as boas vindas, e assim que seu pai tiver a vergonha na cara de nos mandar uma foto, nós a publicaremos aqui.
Luiz Gustavo, a equipe do Vã-Guarda lhe dá as boas vindas, e assim que seu pai tiver a vergonha na cara de nos mandar uma foto, nós a publicaremos aqui.
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