"Yet a few scholars of thick dermis and pep-rally vigor believe that the cultural chasm can be bridged and the sciences and the humanities united into a powerful new discipline that would apply the strengths of both mindsets, the quantitative and qualitative, to a wide array of problems. Among the most ambitious of these exercises in fusion thinking is a program under development at Binghamton University in New York called the New Humanities Initiative.
Jointly conceived by David Sloan Wilson, a professor of biology, and Leslie Heywood, a professor of English, the program is intended to build on some of the themes explored in Dr. Wilson’s evolutionary studies program, which has proved enormously popular with science and nonscience majors alike, and which he describes in the recently published “Evolution for Everybody.” In Dr. Wilson’s view, evolutionary biology is a discipline that, to be done right, demands a crossover approach, the capacity to think in narrative and abstract terms simultaneously, so why not use it as a template for emulsifying the two cultures generally?
“There are more similarities than differences between the humanities and the sciences, and some of the stereotypes have to be altered,” Dr. Wilson said. “Darwin, for example, established his entire evolutionary theory on the basis of his observations of natural history, and most of that information was qualitative, not quantitative.”
[Leia a matéria completa no New York Times]
Obs.: a ver se um dos efeitos dessa aproximação não implicará na parêa de arquitetos e químicos na próxima parada gay...
10 comments:
hmmm, crossover approach
esse é gay!
Ó, nada disso, não dará certo, esse povo das artes não consegue abstrair matematicamente, não há possibilidade de construir pontes ou qualquer boiolagem
Dizem que tem uma turma em Big Field organizando carro para o próximo ano...
Eu acho importante e essa idéia de utilizar o tema da teoria da evolução como foco para construir essa ponte é legal.
Vou tentar abrir espaços em minhas aulas para essas discussões.
Isso de abrir espaço é coisa de arquiteto.
Esse é gay!
"Esse é gay!"?
Esse é gay!
Passei por Poços recentemente e um amigo me contou o seguinte. Vou tentar transcrever:
"Me lembro que quando morei em BH, existia (acho que ainda existe) uma família tradicional com o sobrenome Rolla.
Essa família possuía por quase cem anos, uma cadeia de lojas especializadas em roupas para noivas. O noma das lojas era Casa Rolla.
Nos comerciais de televisão e rádio, o slogan da empresa era: " -- Toda noiva antes de casar, tem que entrar na Rolla".
Depois de um certo tempo as feministas, com razão, se manifestaram e os comerciais foram retirados do ar. *****
A mesma coisa aconteceu com a Loteria do Estado de Minas Gerais.
Para convencer o apostador a comprar a loteria, os comerciais insistiam em dizer que, ao contrário da loteria federal que é vendida em todo o Brasil, a loteria do estado só circulava dentro de Minas Gerais, o que, supostamente, aumentaria as chances de se ganhar.
O slogan da loteria que era veiculado nas rádios e televisões era: " -- A Mineira só dá para mineiros". Com razão, as feministas conseguiram impedir a veiculação de mais esse slogan."
Aí, na roda de cerveja (comendo jiló com fritas) no mercado, outro amigo lembrou dessas:
1) Quando o Sergio Ricardo, no festival da Record, quebrou o seu violão e atirou no público, saiu a seguinte manchete: VIOLADA NA PLATÉIA.
2) Numa daquelas noites em que nada acontecia, um repórter ligou para uma delegacia para ver se tinha algum assunto, o delegado falou: as coisas estão tão paradas, tanto que agora eu estou atendendo o caso de um saguí que mordeu uma mulher. Manchete:
Letras menores: Chegou tão de mansinho que pensou que fosse o seu marido. Letras garrafais: MACACO FEZ MAL À MOÇA.
Essa eu escutei!
Um locutor de um jogo (da taça borborema, no interior da PB) pediu ao reporter de campo que verificasse o que havia ocorrido com um jogador que aparentemente havia se contundido após uma jogada brusca.
Na resposta o reporter Sapecou:
"tudo bem com fulano, já está inclusive massageando o membro em pé"
Acho que o time desse cara perdeu....
Depois da matéria do caba de ceará-mirim ontem no fantástico, lembrei disso aqui:
VIRGINDADE 2005
[in Contravento, de Alcir Vidal]
Primeira noite de um par recém-casado.
Quando vão para a cama, a moça diz ao rapaz:
- Sabe, amor, eu não disse a você,
mas eu não sei fazer nada de nada.
- Não se preocupe, minha linda. Você tira a roupa
e deita sobre a cama, abre as pernas
e deixa que eu faço o resto.
E ela, muito meigamente, responde:
- Não! Trepar, eu trepo bem pra caralho.
O que eu não sei é lavar, passar, cozinhar...
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